terça-feira, 29 de agosto de 2017

Amor além da vida

Prepara o lencinho, porque esse é um filme MUITO FODA.

 
Chris e Annie se conhecem em um lago e imediatamente se apaixonam. Eles se casam, constroem uma família e tem uma vida boa e feliz, até o dia em que um trágico acidente mata os seus dois filhos.


Annie cai em depressão e fica internada em uma clínica. Ela chega a sugerir o divórcio, mas em uma conversa decisiva ambos concluem que não conseguiriam viver separados. Annie volta para casa e  o sempre dedicado e apaixonado Chris se desdobra para ajudá-la a seguir com a vida e superar a tragédia que os marcou.

Passados quatro anos, eles conseguem encontrar alguma estabilidade e ser tão felizes quanto possível. Além de pintar quadros, Annie trabalha em um museu. Em um dia atribulado, Chris se oferece para buscar alguns quadros para ela depois que sair do trabalho. No caminho, ele vê um acidente e tenta ajudar a motorista de um carro que capotou, mas outro carro invade o local, e Chris é atingido e morre.

Enquanto Annie sofre, Chris descobre que continua existindo depois de morto e um espírito, Albert, o ajuda a entender tudo o que aconteceu. Chris insiste em continuar perto de Annie, mas sua presença só aumenta a dor e o desespero dela. Triste por deixar Annie, mas convencido pelo espírito, Chris se deixa levar para o céu.


No paraíso, Chris é recebido com muito amor e alegria por sua cachorra Katie. O reencontro dos dois é lindo, e quem tem um animal que já partiu dessa vida com certeza vai se emocionar com a cena. Lá, cada pessoa tem seu paraíso particular, da forma como imaginava, e o de Chris é feito de tinta e ele descobre que ainda consegue se comunicar com Annie através da arte. Chris consegue se distrair, afinal o paraíso é um lugar mágico onde tudo é possível, e vai conhecendo novos lugares e reencontrando as pessoas que amava e que morreram enquanto ele estava vivo.


Um dia, Albert lhe conta que Annie não suportou viver e se suicidou. Chris fica inicialmente feliz, porque finalmente a família voltaria a se reunir, mas o espírito avisa que isso nunca será possível, porque, de acordo com as regras, os suicidas jamais entrariam no paraíso, porque eles haviam rompido o ciclo natural da vida e passariam a eternidade no inferno. E que Chris até poderia tentar encontrá-la lá, mas ela nunca o reconheceria, e ele poderia também nunca mais conseguir voltar.


Mas Chris havia dito muitas vezes a Annie para nunca desistir, e essa é a prova final para a persistência dele: trocar o céu pelo inferno para tentar rever a esposa que ele ama.


Apesar da delicadeza com que tudo é tratado, o filme é muito forte porque trata de temas difíceis de abordar: morte, vida após a morte, céu e inferno, reencarnação, a dor da perda, a esperança pelo reencontro... Sabemos que a temática da morte ronda os medos e o imaginário de toda a humanidade, sendo um ponto de enormes divergências quando se fala de crenças, mas de todo mundo o filme não pende para nenhuma religião. Tanto que muitas vezes nem mesmo o inferno recebe um nome específico, é apenas "outro lugar".

Embora os dois personagens centrais passem pela mesma dor (de perder os filhos), cada um sofre à sua maneira. Chris se dedica ao trabalho como médico, relembrando os filhos em conversas com seus pacientes e tentando trazer ao mundo árido do hospital alguma beleza e alegria. Já Annie desaba completamente e isso se reflete em sua aparência e em suas pinturas. E após a morte de Chris e a separação do casal em mundos diferentes, ele cria para si um mundo belo, inspirado nas pinturas de Annie e onde tudo lhe lembra dela; Annie vive num mundo cinzento e frio, que carrega consigo após a morte.


Amor além da vida é um filme que faz chorar um tanto e pensar mais ainda. Nenhuma prova de amor é tão grande quanto a de Chris à sua Annie, aquele tipo de amor que todos nós buscamos, mas que poucos encontram.

O trailer é muito mais fofo do que o filme na realidade é, mas dá uma ideia da beleza da fotografia e do encanto dos personagens.


(Tem no Netflix e no Youtube!)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Ladrão do Tempo - John Boyne

Matthieu Zéla tem uma vida extraordinária. Ele está com 256 anos de idade e seu corpo parou de envelhecer quando ele tinha em torno de cinquenta anos, conservando uma aparência atraente e bem cuidada.


Matthieu nasceu na França e fugiu de lá ainda adolescente, levando consigo seu meio-irmão Tomas, depois da morte violenta do pai, da mãe e depois do padrasto. No navio a caminho da Inglaterra, ele conhece Dominique, uma jovem misteriosa por quem se apaixona instantaneamente.

Chegando à Inglaterra, Matthieu, Dominique e Tomas vão morar juntos em uma estalagem. Matthieu os sustenta cometendo pequenos furtos, e Tomas parece ir pelo mesmo caminho, até o dia em que Matthieu é espancado na rua, quando, então, eles decidem ir embora novamente.

Apesar da primeira noite de Matthieu e Dominique ter sido tórrida, depois disso o relacionamento entre eles passa longe de ser romântico. Dominique se distancia e passa a tratar Matthieu como irmão, e a dizer a todos que essa é a ligação entre eles. Mas Matthieu, apaixonado, faz de tudo pra ficar por perto dela, na esperança de conquistá-la.


Ao longo de sua vida, Matthieu acaba por participar de alguns dos eventos mais marcantes da humanidade: a Revolução Francesa, a construção do Palácio de Cristal que abrigou a Grande Exposição de 1851, as duas grandes guerras mundiais, os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, a quebra da Bolsa de Nova York, o desenvolvimento da tecnologia, o surgimento da televisão e da internet.


Apesar de Matthieu viver tantos anos e haver conhecido muitas mulheres, Dominique foi para sempre o único amor dele.

Enquanto o mundo muda, Matthieu tem dezenas de namoradas, se casa várias vezes, exerce diversos tipos de trabalho, conhece diversos países e está sempre cuidando da linhagem de seu irmão Tomas, constituída sempre por rapazes do mesmo nome, com pequenas variações - Thomas, Tom ou Tommy - que tem uma forte inclinação a algum tipo de vício e morrem jovens, tão logo produzem um novo herdeiro. Assim, o Tomas da vez, que nunca chega a conhecer o anterior, sempre pensa que é sobrinho de Matthieu, porque ninguém sabe a verdadeira idade dele.

Mas Matthieu, apesar de ter aproveitado muito todos os seus anos e ter vivido fatos excepcionais, chega num ponto em que está cansado de sua longa vida e frustrado pelo ciclo curto e repetitivo das vidas dos Tomas, porque por mais que ele faça tudo para ajudá-los e cuidar deles, sempre morrem cedo e de forma trágica, repetindo incessantemente a história de seu irmão.


O livro é todo contado em flashbacks: um capítulo mais antigo, um mais recente, outro mais antigo... As mais de 500 páginas do livro fluem muito rápido e poderia facilmente ter mais 500. A trama é muito bem articulada e o modo como os fatos são narrados fazem a história toda se encaixar no final, e os primeiros anos da vida de Matthieu na Inglaterra serão responsáveis por revelar o motivo dos vícios dos Tomas, e também por que eles sempre vivem perto de Matthieu e morrem cedo, além da razão de Matthieu viver tantos anos e nunca mais haver se apaixonado por ninguém como por Dominique.

domingo, 11 de junho de 2017

Los astros se rieron otra vez

Eu achava que nenhum ano na minha vida seria pior do que foi 2007. Mas aí veio 2015. E veio 2016. E veio 2016s 2017.

Mas eu também achava que nenhuma notícia que eu recebesse seria pior do que aquela merda que veio em agosto de 2016, que foi quando definitivamente acabou a vida que eu conhecia até então. Mas a vida é uma canalha e de vez em quando dá um jeito de nos surpreender (e ultimamente não tem sido para o bem), e aí, no começo de março desse ano - dois dias antes do meu aniversário - nós perdemos o Johnnie.

O Johnnie é o meu amor. Ele era a minha alegria, a minha vida. Ele tinha algo que fazia todo mundo se apaixonar por ele, e ele se tornou não somente parte da família, mas o centro dela. Todas as nossas decisões eram tomadas colocando o Johnnie como prioridade. Vamos viajar, ah mas o Johnnie pode ir? Pode? Então vamos. Não pode? Quem vai ficar com ele? Ele não pode ficar sozinho. NEM. POR. UM. MINUTO. Vamos jantar fora? Mas o Johnnie vai ficar sozinho em casa? Ele detesta ficar sozinho. Vamos fazer um macarrão, abrir um vinho e ficamos em casa mesmo. Assim fica todo mundo junto. Porque ele é mais importante que tudo e ponto.

Foram quase nove anos assim, ao lado do cachorro mais temperamental, rabugento, fofo e incrivelmente amoroso do mundo, e que foi cuidado, amado, querido e protegido desde o primeiro dia que colocou as patinhas nessa casa.

E aí ele partiu, e ficamos todos perdidos, revoltados, deprimidos e sem rumo. Como prosseguir agora?

A decisão de ter outro cachorro veio porque a casa vazia estava insuportavelmente triste.

De algum jeito, Johnnie estava em todos os lugares da casa, dos carros, da casa do sítio, mas também não estava mais, e isso era (e ainda é) enlouquecedor. Meus irmãos e eu começamos a quebrar a cabeça pensando na ideia e tendo que lidar com inúmeros conflitos sem resposta: é justo arrumar outro cachorro agora? Tão pouco tempo depois? Mas quanto tempo é suficiente pra ficar de luto? E principalmente, é justo que nossos pais e nossa avó sofram tanto por mais esse luto agora, depois de tudo que já passaram? Será que não é melhor pegar logo um outro cachorro, que jamais vai tomar o lugar que pertencia ao Johnnie (porque nenhum animal vai, nunca), mas que pelo menos vai trazer um pouco de alegria? E quanto tempo deve esperar esse próximo cachorro pra ser adotado, já que a gente sabe que ele também vai ser imensamente querido, amado e cuidado?

Mas enquanto estávamos lá com altas discussões no WhatsApp sem conseguir decidir nada, minha mãe foi mais rápida e trouxe o Ravi pra casa.


Ela escolheu o cachorro, mas o nome foi uma escolha conjunta: Ravi é um nome indiano que significa o Sol. E não poderia ser mais apropriado.

E ele é pequeno, fofo, inteligente, tão bonzinho quanto terrível (comportamento típico dos nossos cachorros, aliás), às vezes faz as mesmas coisas que o Johnnie fazia (e temos todos uma sensação agridoce de saudade e alegria nesses momentos) e já ganhou o coração de todo mundo.

Então seja bem vindo, Ravi. Você é um raio de sol que chegou pra iluminar as nossas vidas depois de um período longo e nebuloso.

A gente já te adora.


* O título é por causa dessa música, que eu amo demais da conta. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Quando eu cheguei na internet era tudo mato

Outro dia uma amiga e eu estávamos conversando sobre as coisas velhas da internet.

A coisa toda começou quando eu vi essa postagem na Página barroca, inovadora, vanguardista:


Quem lembra do Orkut? Stay beautiful!

O Orkut foi a rede social que antecedeu o Facebook. Os usuários podiam deixar recados numa página de scraps e participar de comunidades sobre todo tipo de assunto, desde filmes, livros ou o seu colégio/faculdade até coisas do tipo Eu odeio acordar cedo, Eu nunca voei de vassoura, Tocava campainha e corria, Eu abro a geladeira pra pensar, Anão vestido de palhaço mata 8 (uma página para notícias estranhas), Saí sem dinheiro voltei bêbado, Odeio esperar resposta no MSN...

Às vezes a gente apagava alguns recados e deixava outros só pra ver a treta acontecer. E quando o site passou a exibir os links das pessoas que tinham visitado seu perfil, aí sim a treta foi fortíssima!


E por falar em MSN... era por ele que a gente se comunicava antes dos smartphones e do WhatsApp. Sim, existiu um mundo sem WhatsApp, e ele era ótimo! Cada vez que alguém ficava online subia uma janelinha avisando no canto da tela. Galera ligava a webcam pro crush e ativava a opção pra aparecer no nickname, junto com seu nome, qual música estava ouvindo no Windows Media Player. Altas indiretas.


Antes ainda do MSN, o comunicador instantâneo que todo mundo usava era o ICQ. Cada usuário era identificado por um número (o meu era 148226950), mas o programa permitia buscar pessoas também por nome, e-mail e por cidade. Na época eu morava numa cidade pequena e todo mundo que morava lá se adicionava e batia papo. Foi pelo ICQ que eu fiquei amiga de um menino que estudava na mesma sala que eu há dois anos, mas até então a gente nunca tinha conversado pessoalmente.

Muitaaaa saudade de quando estava fazendo login e ficava girando uma pétala vermelha na florzinha verde, e de quando chegava uma mensagem e o barulhinho era tipo oh-oh!

Aproveitem a visão dessa maravilhosa tecnologia e desse layout ultramoderno (só que never... ou só lá em 2000 mesmo).


Foi nos anos 2000 e pouco que os blogs começaram e rapidamente se popularizaram. Não faltavam layouts fofos, gif piscantes, cores saturadas, GaLeRa EsCrEvEnDo Em MoNtAnHa RuSsA (caraca, como vocês conseguiam?) ou então em miguxês, e ainda blogs em estilo diário, contando coisas cotidianas.

Era comum colocar música que começava a tocar quando o blog abria. Socorro!


Ah, e a gente adorava essas bonequinhas, sei lá por quê, e muito pixel art.

Aproveita porque é a única vez que eu vou postar uma doll em gif animado neste blog.

Eu fazia parte de uma comunidade de pixel art. Photoshop não era pra todo mundo, então a gente se virava com o super zoom do Paint mesmo, e era uma loucura e tinha um povo que fazia coisas incríveis.

A propósito, saudade de quando eu tinha tempo pra essas coisas.


Baixar música era só em mp3, usando programas tipo Napster ou Kazaa. Quem tinha internet mais rápida podia se arriscar a baixar clipes, mas pros usuários de internet discada isso era quase suicídio.

Assistir filme online? Nem tinha jeito.

E-mail gratuito tinha espaço limitadíssimo, menor que uma única mp3. Só servia pra mandar texto. Imagem ou qualquer outro tipo de arquivo estava fora.

A conexão era infinitamente lenta, caía, falhava, mas nada era tão empolgante quanto o barulhinho do discador quando conseguia completar a conexão! Hahaha

Apesar de todos os perrengues, acho que aquela foi uma época em que a internet era um lugar mais amigável. Tinha menos haters, menos gente babaca nos chats, menos anúncios pulando nas páginas, mais conteúdo espontâneo nos blogs, e indiscutivelmente mais privacidade. 

O que vocês lembram de antigo na internet e sentem saudade (ou não)?

domingo, 2 de abril de 2017

Cinco motivos pra amar o MAGIC!

O MAGIC! é uma banda fundada em 2013 por quatro rapazes canadenses. A primeira música a estourar nas rádios foi Rude, do álbum de estreia Don't Kill the Magic, no mesmo ano, que continua tocando muito até hoje.


Várias das músicas tem a sonoridade do reggae, mas eles passeiam por outros estilos também, como pop, soul e rock.

Acho o MAGIC! muito amorzinho! Os clipes sempre tem algo fofo e eles dizem que isso não é intencional, apenas porque eles não sabem fazer clipes, então sempre que alguém liga uma câmera, eles ficam bobos e perdidos. s2

Enjoy!

Rude

Red dress

Let your hair down

Lay you down easy

Don't kill the magic

sábado, 1 de abril de 2017

O maior amor do mundo

Os cachorros nunca morrem. Eles simplesmente não sabem como fazê-lo. Ficam velhos, cansados e os seus ossos doem. Mas é claro que eles não morrem. O mundo deles é perfeito e num mundo perfeito não existe lugar para a morte.

Quando você pensa que um cão morreu, na verdade ele apenas adormeceu no seu coração. E a propósito, eles estão abanando as suas caudas freneticamente, e é por isso que o seu peito dói tanto e você chora a toda hora. Quem não choraria se tivesse um cão feliz agitando a sua cauda dentro do seu peito? Ouch! Isso dói. Porém, eles só abanam a cauda quando acordam. É então que eles dizem: "Obrigado, dono! Obrigado por esse lugar confortável que você me deu pra dormir, sempre junto do seu coração, o melhor lugar de todos".

Logo que os cachorros adormecem pela primeira vez, eles acordam a toda hora, e é por isso, claro, que você também chora a toda hora. Aquela cauda sempre balançando. Passado algum tempo, eles passam a dormir mais. Após algum tempo, eles dormem por períodos mais longos, assim como você. 

Mas não se deixe iludir. Eles não estão mortos. Isso não existe. Eles estão apenas dormindo no seu coração e irão acordar, geralmente quando você menos esperar. É assim que eles são.

(Adaptado daqui - texto original de Ernest Montague.)


Eu te amo pra sempre, Johnnie.

Pra sempre.

domingo, 26 de março de 2017

Os vestidos lindos da Babyonlinedress.com

Continuando a saga do vestido de formatura, conheci mais uma loja virtual bem interessante, a Babyonlinedress.com.

A Babyonlinedress.com é uma loja sediada na China, inaugurada em 2012, que entrega no mundo todo e produz vestidos especiais para noivas, madrinhas, formandas e debutantes, além de acessórios como véus, grinaldas e luvas, tudo com preços justos.

Primeira coisa que eu vi e fiquei apaixonada foram as grinaldas. Eu adoro acessórios de cabelo (#sddsBlair) e vivo procurando por peças bonitas que não fiquem com cara de noiva e possam ser usadas em outras ocasiões. Achei essas duas particularmente lindas e o acabamento parece muito caprichado: 

                                                                             
Tem aqui e aqui

A seleção de vestidos de noiva é vasta! Tem clássicos, modernos, longos, curtos, coloridos, para princesas...

                                                               
Aqui e aqui

...e para sereias!


Aqui e aqui. Aviso: o véu e o boy magia são adquiridos separadamente.


Aqui e aqui

Foca, Anne, foca nos vestidos de formatura!


Aqui e aqui. Azul royal: amo. Uso muito azul, mas tenho dúvidas se ficaria legal um vestido longo nessa cor por causa do cabelo vermelho. O que cês acham?


Aqui e aqui. Duas versões de verde menta, um mais forte e um bem delicado que combina muito com as rendas e transparências.


Aqui e aqui. Adorei esses pelo corte, pelo decote coração e a cintura marcada.


Aqui e aqui. Vermelho, que pra mim é amor eterno, amor verdadeiro e é a cor que eu mais tenho considerado. Adorei os dois, o primeiro mais minimalista (que pode ser usado com acessórios mais chamativos) e o segundo que por ser bem trabalhado já faz o look todo e não precisa de muito mais informação.


Aqui e aqui. Bordados metalizados que a gente ama e também dispensam muitos complementos.


Aqui e aqui. Uma coisa que eu acho tensa é encontrar roupa de festa adequada pro frio. Normalmente nossos vestidos são decotados, de tecidos fluidos, e é difícil combinar com uma peça mais quente pra usar por cima. Madrinhas e formandas sofrem pra achar vestidos adequados no inverno. Achei essas opções com mangas longas bem elegantes e resolvem o problema.

Achei os vestidos do site muito bonitos e os preços ótimos! Os vestidos também podem ser confeccionados sob medida e em várias opções de cores. A loja é confiável e uma boa opção pra comprar online um vestido para uma ocasião especial.
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