terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

5 animais para seguir no Instagram

A pessoa que não se contenta em ter um monte de bichos e ainda segue mais uma penca de pets no Instagram: that's me.

Da outra vez que fiz post sobre animais pra seguir nas redes sociais eu ainda estava no Instagram há pouco tempo, e muito focada nos cachorros. A seleção dessa vez tem bichos mais diferentes e eu admito que foi difícil escolher só cinco pra falar aqui...

Rhea (@rhea_thenakedbirdie)


Rhea é uma fêmea de periquito que perdeu todas as penas em razão de uma doença genética. Sua dona, Isabella Eisenmann, conta que a adotou após vê-la numa clínica e se apaixonou completamente por ela. Assim que começou a postar as fotos de Rhea no Instagram, ela recebeu muitos comentários negativos sobre a aparência do pássaro, mas Rhea conquistou muitos fãs e seguidores e hoje estampa camisetas, ecobags, canecas e outros produtos que são vendidos para arrecadar dinheiro para ajudar outros animais, além de ter se tornado um símbolo de como a beleza está justamente na diferença. Como não tem penas para protegê-la do frio, ela recebe muitas roupas de presente, feitas por pessoas do mundo todo.

Jill (@this_girl_is_a_squirrel)


Jill é uma fêmea de esquilo que foi resgatada ainda filhote, durante um furacão, e se tornou membro da família que a acolheu, em Louisiana. Ela tem mais de 300 mil seguidores no Instagram, se dá bem com os outros animais da casa e é encantadora!

Esther (@estherthewonderpig)


Essa é a minha preferida, por que será?
O casal Steve e Derek comprou Esther pensando que ela era um mini porco. Mas ela cresceu um pouco além da conta... Eles então mudaram toda a sua vida por causa de Esther: venderam seu apartamento e arrecadaram dinheiro para se mudar para uma fazenda, onde Esther tem bastante espaço e uma vida invejável. O local também abriga um santuário para outros animais resgatados, o Happily Ever Esther Sanctuary. Steve e Derek também se tornaram veganos, por acreditar que, assim como Esther, todos os animais merecem ser amados e cuidados - e não poderiam estar mais felizes com sua decisão. No ano passado eles lançaram um livro para relatar sua vida com Esther e como ela está mudando o mundo, um coração de cada vez.
Esther é linda, engraçada e apaixonante. Eu tenho um porco também e não posso deixar de me encantar com cada foto dela.

Timothy (@timothy_the_mini_pig)
O porquinho mais fofo, fotogênico e sexy (!) que você verá hoje: esse é o Timothy, um mini porco de dois anos e meio que não se cansa de ser lindo.


Chico (@canseidesergato)


O gato Chico tem 4 anos e é ator, modelo, dançarino, escritor, blogueiro e youtuber. Ele é a estrela principal da página Cansei de Ser Gato, mas também a divide com sua esposa Madalena e os filhos Terezinha e Tião. Como tem sete vidas, ele aproveita pra cada dia ser uma coisa, então ele se veste de pão de fôrma, milho, Bob Marley, Harry Potter, Branca de Neve, Christian Gray, abelha, macaco, vampiro, elefante, publicitário, dinossauro... além de ter uma loja super fofa e ajudar na adoção de gatos que moram em abrigos.

Eles não são lindos?
Vocês também seguem pets no Insta? Me contem! 

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Muitas ideias de vestidos de formatura

Tenho uma formatura pra ir no final do ano e essa louca que vos fala já começou a pensar no vestido!

Vestidos são a minha peça de roupa preferida: acho prático, elegante e sempre muito feminino. Quando se trata de escolher um vestido longo de festa, então, as ideias já começam a fervilhar.

Então claro que eu adorei na semana passada quando recebi um e-mail da OKDRESS! A seleção de vestidos da loja me surpreendeu, é bem variada, tem opções pra todos os estilos e preços bem amigos.

 Long prom dresses UK

Fiquei muito apaixonada por esse primeiro! Clássico, elegante, ladylike do jeito que eu gosto e numa cor linda.
Tem muitas outras coisas interessantes também...


Alguém mais olhou esse vestido preto e viu Serena van der Woodsen nele?


Ou fazer a Rainha Mary da Escócia, por que não? #sonho
Sabe a pessoa que quer os livros da Kiera Cass por causa dos vestidos da capa? That's me.


Achei esse da direita muito divo, gosto bastante da localização desses bordados e também desse modelo de decote, que é ousado sem precisar mostrar demais.


Dependendo do estilo da festa também dá pra usar um vestido curto. Além do mais, não faltam ocasiões pra um vestido curto bem bonito, concordam? Gostei de vários, especialmente desses, muito delicados...


 Short prom dresses UK

E os de noiva também arrasam.


Lembro de ter visto fotos da duquesa Kate Middleton usando um vestido muito parecido com esse da esquerda, só que verde, e estava maravilhosa.


A loja OKDRESS funciona desde 2013, trabalha com vestidos de noiva e para ocasiões especiais e entrega no mundo todo! Outra coisa bem legal do site é que ele tem uma cartela enorme de cores, então você escolhe o modelo do vestido e uma das dezenas (sim, dezenas!) de cores disponíveis pra deixar exatamente como você quer. A loja também produz vestidos sob medida e em tamanhos especiais.

Se apaixonaram também?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Mais ideias de como fazer um gatil

Já faz dois anos desde a última vez que eu trouxe aqui pro blog algumas ideias de como montar um gatil, e esse é um tema que rende muitas visitas, comentários e e-mails até hoje. E não por acaso é também um assunto que eu adoro.

Nesse post aqui tem cinco ideias de gatil que funcionam bem em apartamento, e nesse tem várias ideias pra quem tem quintal.

Nunca é demais lembrar que animais de estimação não devem ter livre acesso à rua. Enquanto a expectativa de vida de um gato que vive em casa é de em média 15 anos, a de um gato que sai sozinho é de 3. Isso porque gatos que tem acesso à rua são vítimas constantes de envenenamentos, atropelamentos, maus tratos, infecções e parasitas, além de brigas com outros animais e crias indesejadas. Um tutor responsável não abandona seu animal sozinho na rua e PELAMORDEDEUS ninguém venha me dizer que "gato é assim mesmo" e que "ele sabe se virar". Quem ama, cuida.

Um gatil em apartamento pode ser um quarto adaptado. Logicamente os gatos não precisam ficar restritos só a esse espaço, até porque é saudável que ele tenha companhia constante de seus humanos (o que pode ser mais gostoso do que chegar em casa e ser recebido na porta por seus gatos? É um momento do dia que eu amo), porém é bom ter em mente a segurança dos felinos e zelar para que as janelas sejam teladas, não importa em qual andar estiverem! Não é comum que um gato voluntariamente salte de um andar alto, porém eles adoram dormir nas janelas e tentar caçar passarinhos e insetos, e aí acidentes acontecem, então melhor prevenir. Para segurança de todos - felinos e humanos - é melhor contratar uma empresa especializada pra fazer esse serviço. A primeira tela que eu mandei instalar já tem quase cinco anos e continua intacta, e o preço foi bom.


Gatil no quintal é algo com possibilidades infinitas. O piso pode ser de grama, madeira, cerâmico... E o material da estrutura pode ser madeira, metálico, plástico, alvenaria... É importante ser coberto, pelo menos em parte, e ter proteções que abriguem os gatos da chuva, do vento e do frio. O gatil pode ser uma estrutura própria ou então ser feito em uma varanda, que pode ser fechada com vidro ou somente com tela.

É claro que nem só de tela se faz um gatil. É importante ter também comedouros e bebedouros, além de sanitários (caixas de areia, obviamente), camas ou casinhas (as do tipo toca costumam ser mais apreciadas), arranhadores, brinquedos e coisas pra escalar. Prateleiras dispostas em alturas diferentes (mas não muito distantes umas das outras) são diversão para horas e apoio para sonecas. Plantas são bem-vindas, mas só as atóxicas. Alguns gatos amam comer grama de milho de pipoca, o que é bom pra digestão deles.

Os móveis específicos para gatos também são bem interessantes.

Um gatil também é um espaço ideal pra quem adota gatos de rua, principalmente adultos, que costumam ser ariscos e não se adaptarem de imediato a uma casa. Antes de forçá-lo a ficar dentro de casa, é interessante mantê-lo por algum tempo no gatil até que ele se sinta à vontade com um ambiente que já não é mais a rua, mas também não é totalmente interno. Isso não significa que ele não queira ser cuidado, e sim que precisa de tempo pra se acostumar com a nova vida.

A seguir algumas ideias que eu adoro.






quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

A menina que roubava livros

A menina que roubava livros é uma história, no mínimo, peculiar.

Primeiro porque é uma história narrada pela morte, o que já causa um impacto inicial com a ideia de que, com um narrador desses, as coisas não podiam terminar muito bem.

Segundo porque o cenário é a Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial, de modo que as coisas de jeito nenhum poderiam terminar muito bem.

Terceiro porque não estou dando mais spoiler do que aquilo que você recebe logo nas primeiras páginas do livro: uma história narrada pela morte, tendo a guerra como pano de fundo e a Alemanha nazista como cenário, as coisas não serão propriamente cor de rosa. E a narradora nos diz isso o tempo todo, inclusive antecipando fatos como se nos preparasse para o que virá nas próximas páginas, e faz isso às vezes com uma crueza de detalhes chocante, às vezes com uma enorme delicadeza que faz o leitor se perguntar se leu direito... será que esse cara morreu mesmo?

Mas o final é o de menos nessa história.

Liesel é uma menina de nove anos que é entregue pela mãe a uma família adotiva. Seu pai era um comunista (então a gente já sabe o que possivelmente aconteceu com ele, apesar disso não ser dito literalmente), sua mãe estava doente, e seu irmãozinho morreu durante a viagem de trem até a casa da nova família. Liesel e a mãe interrompem a viagem para enterrar o corpo do menino e do bolso do coveiro cai um livro. Mesmo sem saber ler, a menina discretamente o furta. Assim começa sua carreira de roubadora de livros.


Na casa de seus novos pais, Rosa e Hans Hubermann, Liesel tem que deixar tudo para trás e se adaptar a uma nova vida. Ela sofre na escola em razão das dificuldades de aprendizado. Em compensação, na vizinhança mora Rudy, um menino de cabelos cor de limão que se tornaria seu melhor amigo.

Os pesadelos diários de Liesel com seu irmão morto a aproximam de Hans, já que ele passa as madrugadas com ela ensinando-lhe a ler. Liesel vai se apaixonando pelas palavras e se encantando com as histórias, e roubar livros passa a fazer parte de sua rotina, especialmente quando a polícia faz enormes fogueiras para queimar os pertences dos judeus e quando a esposa do prefeito oferece a Liesel sua grande biblioteca.

Numa noite, um homem bate à porta da casa da família Hubermann: é Max, filho de um amigo de Hans que morreu na Primeira Guerra. Eles sabem do perigo de abrigar um judeu, mas não hesitam em escondê-lo em seu porão. No frio do porão, com o medo de Max ser descoberto, e em meio aos livros, Max e Liesel iniciam uma grande amizade. 

Enquanto a cidade é bombardeada e a vizinhança se esconde em abrigos, Hans toca acordeão e Liesel lê histórias para acalmar as pessoas. É quando ela vai se dando conta do fascínio e da dualidade das palavras: com elas, Liesel conforta pessoas apavoradas pelo medo de morrer, e também é por meio delas que Hitler iludiu todo um país e causou a maior tragédia da história.

Mais tarde, seriam justamente as palavras que salvariam a vida de Liesel.


Estamos acostumados com livros e filmes que retratam a guerra, mas poucas vezes nos deparamos com histórias que relatam a vida das pessoas que não estão envolvidas diretamente com a guerra. Em A menina que roubava livros, as pessoas estão tentando levar suas vidas tão normalmente quanto possível, mesmo em meio ao medo, à fome, às privações, ao desemprego, aos bombardeios, às discussões políticas, à perda de pessoas próximas, e mesmo à proximidade da morte em tempo integral. E é nesse contexto também que Liesel e Rudy vivem o final de sua infância... e o final da vida de várias das pessoas que os rodeiam.

É um desses livros pra ler com o coração pequenininho, e quando vai chegando o final chega a dar dó de terminar de ler. Não porque é triste, mas porque é bonito demais pra acabar.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A melhor trilha sonora de filme de todos os tempos

...É a do filme Transformers: Revenge of the Fallen.


Também é o Transformers que tem a melhor história (tem muito tiro, porrada e bomba, claro, porém um bom enredo de fundo), o que tem mais cenas engraçadas e também é o filme que tem a mocinha mais interessante, porque Megan Fox tem muito mais personalidade do que aquela menina chata do quarto filme que só fica gritando o tempo todo esperando ser salva por alguém.

Bom, é Megan Fox, né. Nunca vou superar o fato dela ter sido cortada do terceiro filme.

Enjoy!

New Divide - Linkin Park

21 Guns - Green Day
Amo amo amo amo essa música. Uma das melhores do Green Day.

Let it Go - Cavo

Capital M-e - Taking Back Sunday

Never Say Never - The Fray

Burn it to the Ground - Nickelback
Tem Nickelback na trilha sonora? Então não tem como dar errado. Essa música já apareceu aqui antes. Tem uma outra música do Nickelback que praticamente fez o filme, que é Savin' Me da trilha de Os Condenados.


Burning Down the House - The Used

Not Meant to Be - Theory of a Deadman
Sofrência.

Real World - All American Rejects

I Don't Think I Love You - Hoobastank
Pós-sofrência. Adoro essa música.

This is It - Staind

Almost Easy - Avenged Sevenfold

Transformers: The Fallen Remix - Cheap Trick

Curtiram?

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Torta com massa de arroz

Bora acabar com o hiatus de receitas vegetarianas nesse blog?


Essa é uma receita bem fácil e os ingredientes do recheio podem ser adaptados com o que tiver em casa: milho, ervilha, champignons, pimentão... A massa de arroz é muito leve e macia. Essa torta dispensa acompanhamentos, podendo ser servida como prato único ou então acompanhada só de uma saladinha.

Ingredientes
Massa:
- 3 ovos
- meia xícara de óleo
- uma xícara de água
- 4 xícaras de arroz cozido (pode ser aquele de ontem...)
- meia xícara de queijo curado cortado em cubos pequenos (ou mussarela, ou queijo prato)
- 1 pitada de sal
- 1 colher (sopa) de fermento

Recheio:
- uma xícara de abobrinha cortada em cubos pequenos
- uma xícara de cenoura cortada em cubos pequenos
- meia cebola cortada em cubos pequenos
- um tomate picado
- uma xícara de palmito picado
- óleo para refogar
- sal e pimenta do reino a gosto

- meia xícara de parmesão ralado para polvilhar

Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Cozinhe a cenoura e a abobrinha numa panela com água e sal até ficarem macias (aproximadamente 10 minutos). Enquanto isso vá picando e separando os outros ingredientes.
Escorra a cenoura e a abobrinha e reserve.
Volte a panela ao fogo, aqueça o óleo e frite a cebola até ficar douradinha, acrescente os demais legumes e os temperos e refogue.
Deixe esfriar um pouco e enquanto isso prepare a massa: bata todos os ingredientes no liquidificador, na ordem em que estão na receita, até ficar homogêneo.

Numa fôrma antiaderente (ou de alumínio untada e enfarinhada), coloque metade da massa, alisando com uma espátula, depois o recheio e o restante da massa. Polvilhe o parmesão ralado e leve ao forno até dourar (uns 25 a 30 minutos).

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A Garota Dinamarquesa

A Garota Dinamarquesa é um desses filmes pra assistir e ficar pensando a respeito por dias. Semanas.

Até onde você iria por amor?
Até onde iria para ser você mesmo?
Pode o amor transcender até mesmo o gênero?


Assim como O Quarto de Jack, A Garota Dinamarquesa é um desses filmes que, quanto menos se souber sobre ele antes de assistir, melhor. Mas vou tentar falar a respeito sem contar mais do que o trailer e deixar as surpresas pra quem ainda não assistiu.

O filme é baseado na história real de Einar Wegener, a primeira pessoa (que se sabe) a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero.

Na Europa dos anos 1920, Einar é casado com Gerda. Ambos são artistas plásticos, embora ele mais bem-sucedido do que ela. Eles tem um casamento normal e feliz, até o dia em que a modelo de Gerda se atrasa e ela pede a Einar que pose pra ela usando meias e sapatilhas femininas. Naquele momento, surge Lili, a personalidade feminina de Einar. Dias depois, Gerda convence Einar a ir a uma festa à qual ele não queria ir, com a chance de ser outra pessoa por outra noite: Lili. A partir daí, Einar vai cada vez mais deixando de ser ele mesmo e se tornando Lili. Gerda começa a pintar Einar como Lili em suas telas e, enquanto ela se torna cada vez mais conhecida como artista, ele se afunda cada vez mais tanto na vida profissional como na pessoal, ficando triste e se envolvendo em confusões.


A cena em que Einar se despe diante do espelho do camarim do teatro é muito emblemática e choca não pela nudez (nudez choca alguém? O que me choca é tiro na Sessão da Tarde), mas pela crueza com que mostra que ele já não se identifica mais com seu corpo.


Gerda tenta contornar a situação como pode e a cada cena tudo vai ficando mais tenso pra ela, e é muito triste ver aquela mulher linda, batalhadora a talentosa lutando por seu casamento e por tentar retomar a vida que tinha antes com Einar.

Completamente sozinha com essa situação incomum, Gerda pede ajuda a um amigo de infância de Einar, Hans, que os apresenta a um médico interessado em fazer cirurgias de mudança de gênero. E mesmo sem ter certeza de nada, sequer se vai conseguir sobreviver, Einar decide tentar.


É um filme muito forte e sensível, além de visualmente bonito, já que toda a estética dos cenários e dos figurinos lembra as cores e as texturas das pinturas do casal. Einar e Lili causam todo tipo de sentimento, de raiva e pena a solidariedade e simpatia, e Gerda rouba a cena tanto pela atuação impecável como pela delicadeza e força da personagem.


Vocês já assistiram? Me contem!

=^-^=



Long Prom Dresses
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